Tenshin Shoden Katori Shinto Ryu

A tradição guerreira do Katori Jinguu

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Treino - 24 Maio 2014


"Mais um Gashuku, mais um reencontro com companheiros, mais um intensivo de Katori. Dessa vez para lapidar os erros que teimam em ludibriar nossa memória. É preciso mais café com leite porque a cabeça acha que sabe mas a memória que realmente interessa é a dos músculos."
Takeshi (Unidade São Paulo)

 

Treino - 24 Maio 2014


"No último treino, no Gashuku, era impressionante ver como o grupo de Katori no Brasil está se fortalecendo: uma turma grande fazendo os katas de espada e outra turma, tão grande quanto a primeira, fazendo já os katas de bojutsu!"
Côrtes (Unidade Rio de Janeiro)



 

Treino - 24 Maio 2014


"Talvez pelo desenvolvimento natural de todos os praticantes, tive a impressão de que o treino foi mais forte. Oportunidade para aos poucos avançar no Bo, além de corrigir as falhas em todos os outros Katas.
É muito bom verificar a evolução do ambiente de treinamento."

Kuhn (Unidade Brasília)

 

Treino - 24 Maio 2014


"O último treino do Katori teve uma energia especial: aquela que mora no detalhe. Em oportunidades distintas, o Sensei me corrigiu demonstrando detalhes que foram fantásticos! E ficou forte a sensação de que a Energia estava nos detalhes expostos e que busquei treinar na sequência. Internamente vivi aquele UAU! que faz toda a diferença, o grande prazer de sentir que demos mais um passo em nossa jornada infinita no Caminho que o Sensei generosamente nos lidera aqui e agora."
Sanches (Unidade São Paulo)

 

Treino - 01 Maio 2014


"Saber a diferença entre um mero professor e um mestre não é algo tão óbvio. Mas ontem tive uma grande lição sobre isso. Estava cometendo muitos erros no Uke da 3a sequência. Me senti envergonhado diante do Sensei. O Sensei, por outro lado, teve energia de sobra para não desistir de mim, e me ajudou a repetir o kata diversas vezes, demonstrando uma verdadeira "paciência oriental". As correções foram fazendo efeito, mas eu ainda mantinha erros em pelo menos 2 defesas. E o Sensei? Continuou insistindo comigo. Até interrompeu o treino de seu filho para que ele me ajudasse com o treino. A missão do dia era fazer sair este kata. Mesmo com a cabeça cansada como o próprio Sensei notou, fiz o possível, e mesmo sabendo que não estava perfeito, percebi que meus erros diminuíram. O que aprendi no final? Que muito mais que uma lição sobre combate, eu estava tendo uma lição sobre compaixão. Ontem percebi pelo menos uma coisa que diferencia um mestre de um professor qualquer: um mestre não desiste de seu discípulo, mesmo quando estamos errando. Esta paciência do Sensei em ensinar, que é uma tradução de compaixão, é uma lição que devo levar pra minha vida. Cada vez mais percebo que as lições aprendidas com o Sensei vão muito além do próprio kata de combate que estamos aprendendo."
Zambon (Unidade São Paulo)